Você conhece um controlador?

Caros leitores, 


Na reunião de hoje, quarta-feira dia 27/04/2017, repassamos uma mensagem sobre comportamentos, influências e decisões, nas auto-análises e reflexões.

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VOCÊ CONHECE UM CONTROLADOR?

“Controlar a si e os outros pode ser doentio. Há diversas razões não saudáveis que afloram esse comportamento.

É possível, ao controlador, alcançar a liberdade. Tratar-se e viver bem.

Ter domínio das emoções, equilíbrio e autoconhecimento é estar saudável.

Estar na constante vigilância de si e dos outros, resultará no resistente controle sobre tudo e todos.

Este artigo é despretensioso, impessoal e representa interesse para qualquer um. Não é especialmente para quem possui TOC (ritual de controle ameno). Escrevo sobre um controle mais forte, ameaçador. Nas várias linhas psicológicas estudadas em academias, destacam o aspecto do controle opressor. Refiro-me a esse.

As diversas linhas divergem em teorias, mas todas visam o bem-estar do cliente. Como a psicologia tem uma função social, está preocupada com a tranquilidade do cliente e de quem está em volta. Do convívio do indivíduo.

Há diversas razões não saudáveis que afloram comportamento de controle exagerado. Ser controlador, no sentido de atazanar a vida de terceiros, é infernal.

Dessa pessoa poderá faltar respeito.

Mas poderá abundar imaturidade, teimosia, narcisismo, egoísmo, perversidade, sadismo e até co-dependência.

As raízes podem estar na esquiva e fuga de dores, traumas e vivências aversivas. Ou em transtornos, que precisam ser tratados.

Esse tipo de controlador costuma não ter amigos muito próximos. E em seu círculo de relacionamento procura ser acima, mais inteligente – sinal de insegurança.

Uma de suas armas é a ofensa e usa da ameaça e da covardia (bullying) para exercer a personalidade controladora, quando não tem capacidade de sondar seus próprios problemas e necessita controlar o próximo.

Até nos elogios, quase sempre são feitos acompanhados de alguma justificativa. Diz que poderia ser melhor se isso ou aquilo fosse diferente. Sempre controlando.

Julga demais, critica tudo e se sente no direito de dizer publicamente quem o outro é. Expõe o próximo dizendo como se comporta e pensa. Controla o mundo.

Chega a ser bizarro. Estar mau-humorado é bem comum no controlador contumaz. Quando lida com o humor é histriônico, exacerbado e beira a maldade. Embora possa fingir cortesia, amabilidade e bondade, porque manipula.

Torna-se autoritário, mesmo jurando odiar esse procedimento.

Seu jeito imperativo faz jogar com as pessoas, chantageá-las em prol da aniquilação. Gosta de dominar e manobrar emocionalmente. Regozija-se em destruir sonhos, porque é invejoso.

A carência do controlador leva à inadequação social. E a manipulação do controle sobre os outros é uma forma de minimizar sua insegurança e se sentir poderoso.

Tem propensão à inveja de pessoas populares e bem-sucedidas, sempre criticando aquelas muito desejadas pelas outras.

O medo do fracasso é o limiar pareado com a esquiva do que “esconde” (pode ser imaginário), desde tenra idade. Na verdade, essa blindagem só prejudica a si mesmo.

O temperamento forte está na maioria dos controladores – até a comunicação e suas respostas podem ser competitivas e frustrantes para o interlocutor. Não sabem se frustrar ou lidar com um “não”.

Poderia-se dizer para um controlador:

“Quer se tratar? Quanto antes você quebrar o confinamento do controle, mais liberto estará. Livre para viver.

Controlar é estar dominado sob seu próprio jugo e sofrimento. É limitar, conter, restringir, impedir-se de ser livre. Quem controla tudo e não aceita os demais, não se aceita.

O medo de viver e a necessidade de esquiva fazem de você um controlador? Tornam você um refém da vida? Procure a libertação. Procure a saúde, uma ajuda clínica.

Imagine sair do aprisionamento. O que significa você desfrutar da liberdade. Porque você merece viver.”

Por Claudio Carlos de Souza*

(*) 54 anos. Administrador, Professor Universitário, Palestrante e Pesquisador do Comportamento, Membro do IBCO – Instituto Brasileiro dos Consultores de Organização, Acadêmico de Psicologia, Terapeuta credenciado na modalidade técnica Psicoterapia Holística, Hipnólogo Membro Afiliado na ASBH – Associação Brasileira de Hipnose e Membro do Grupo de Estudos de Hipnose na UNIFES.

(Fonte:https://pt.linkedin.com/pulse/voc%C3%AA-conhece-um-controlador-claudio-carlos-de-souza)




* Responsabilidade escrita, revisão, edição – Discípulo Elias

* Digitação, revisão – Patricia Kelly Hasselmann

Fraternalmente,

 

Grupo Fraternidade EMC.

Trabalhando por uma Humanidade mais Feliz!

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