Transformação Humana e Reencarnação – II Parte

Caros leitores,

Na reunião do dia de hoje, quarta-feira 13/11/2013, iniciada às 20:00hrs, foi desenvolvido a II Parte sobre o tema da Transformação Humana e Reencarnação.

O grau de coerência espiritual e de ordenamento gerados nos sistemas energéticos superiores reflete-se, em última análise, nas características das estruturas celulares e nos traços de personalidade dos veículos físico, mental e emocional, escolhido para cada uma das sucessivas encarnações. O crescimento e o desenvolvimento do corpo físico, desde o feto até a idade adulta, são afetados não apenas pelos padrões genéticos moleculares herdados dos pais, mas também pelos padrões energéticos vibracionais superiores da alma que estiver encarnando.

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Os padrões energéticos do nível causal são fixados sutilmente nos veículos inferiores, os quais dão continuidade à cadeia e influenciam os padrões de expressão celular. O sistema encarnacionista não é aleatório. Ele concede à alma a liberdade de escolher as circunstâncias de cada uma das sucessivas encarnações. Tanto as características físicas quanto as influências culturais e sociais são levadas em conta na seleção de um determinado veículo físico para a expressão da alma.

A pergunta que muitas pessoas naturalmente fazem, quando se lhes diz que um indivíduo pode colher o corpo que ocupar é a seguinte: “Por que voltar no corpo de alguém que vive na miséria ou que carrega um grande fardo, como uma doença física?” Por “exemplo”, o sistema reencarnacionista talvez seja uma das poucas filosofias que consegue responder a essa questão.

Se a alma sobrevive à morte de cada indivíduo, e volta a reencarnar-se sucessivas vezes, podemos inferir que ela tem certas qualidades imortais. Suas manifestações no plano físico são acontecimentos transitórios dentro do amplo espectro de encarnações cíclicas.

A escolha de uma existência com um determinado obstáculo, tal como doença ou pobreza, é na verdade vista por alguns como uma dádiva que o indivíduo pode ter escolhido para usá-la em benefício da evolução das suas qualidades espirituais interiores.

Pense em alguma ocasião da sua vida em que você conseguiu superar alguma grande dificuldade. Não há dúvida de que, nesse momento, o processo de viver, o acontecimento, foi muito desgastante; mas a experiência e a força interior obtidas ao vencer os obstáculos fizeram de você uma pessoa mais forte e sábia.

Quando submetido novamente a uma circunstância parecida, o indivíduo que se mostrou capaz de sair-se bem de uma situação estressante estará mais forte e mais apto a lidar com o desafio. Quanto maior for a nossa capacidade de aprender e prosperar com a experiência, mais eficientes serão nossos mecanismos para lidar com situações novas e desconhecidas.

Embora o fato de alguém nascer com uma determinada deficiência, como a surdez e a cegueira, possa parecer um castigo cruel, basta olhar para alguém como Helen Keller para perceber que os obstáculos podem ser ultrapassados e contribuir para o surgimento de uma pessoa extraordinária e talentosa.

Vida sem stress é coisa que não existe. O stress é algo necessário à vida. Se não houvesse dificuldade não haveria crescimento. Até mesmo os ossos necessitam de alguma espécie de tensão para conservar sua forma e resistência. Se uma pessoa nunca sai da cama, seus ossos começam a serem reabsorvidos e a enfraquecer, de modo que até os movimentos mais simples se tornariam dolorosos.

Há certa quantidade funcional de stress, que poderia ser chamada de “eustress”. Na ótica reencarnacionista, mesmo os períodos de dificuldades podem à longo prazo, terem qualidades positivas de aprendizado.

Na próxima semana teremos a continuidade nos estudo do quinto cháckra.

Grupo Fraternidade EMC.

Trabalhando por uma Humanidade mais feliz!

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