Psicossomático – Psicossomático “cháckra coroa” e orgânico

Caros leitores,

Segue abaixo a continuação da reunião de ontem, quarta-feira dia 23/07/2014, com o tema desenvolvido sobre a segunda parte sobre o Psicossomático.

 neurofelicidade

Saiba diferenciar os sintomas

Há muito se sabe da influência dos estados emocionais sobre a saúde em geral. Cada vez mais se estuda a interação mente-corpo, na busca da cura e da prevenção de doenças. A Psicosomática é o estudo é o estudo dessa interação e, embora recente, enquanto ciência, sua origem remonta aos primordiais da humanidade.

Priscila de Faria Gaspar, médica psicanalista, bióloga e mestre em ciências pela Universidade de São Paulo (USP), explica os estudos emocionais para que os sintomas não sejam confundidos, e se possam diferenciar os seguintes quadros clínicos:

  • Simulação – Quando o indivíduo, por diversos motivos, finge ter uma doença. Aqui não se trata de doenças reais, porém de formas de adquirir propositadamente certos benefícios, seja o de chamar a atenção para si ou para terceiros.
  • Hipocondria– Quando o indivíduo pensa que tem uma ou mais doenças, dando importância exagerada a qualquer sinal, sintomas ou acontecimentos que poderiam colocá-lo em risco. Embora esteja fisicamente sadio, ele realmente acredita que está doente ou manifesta medo muito intenso frente às possibilidades de ficar doente.

Por exemplo, pode acreditar que uma dor de cabeça eventual seja causado por um tumor cerebral e desejará realizar todos os exames possíveis, mesmo que o médico julgue desnecessário. Apesar de assemelhar-se a simulação, é importante notar que neste caso, o indivíduo não finge deliberadamente. É um processo inconsciente.

  • Conversas Psíquicas – Quando existem sintomas orgânicos, porém, os exames não revelam nada ou nenhum tipo de alteração ou lesão. O indivíduo sente que algo não está bem, e apresenta dor ou outro ou outro sintoma orgânico qualquer, realiza uma série de consultas e exames, e nenhuma lesão é encontrada.

Um exemplo seria a impossibilidade de andar em decorrência de dor ou paralisia muscular, sem que exista qualquer tipo de alteração na estrutura neurológica muscular ou articular a muito tempo e está, na maior parte das vezes, relacionada a algum tipo de trauma emocional. Neste caso apresenta-se um símbolo ou representação de energia psíquica relacionada ao trauma.

  • Somatização – Quando os sintomas orgânicos são relacionados a lesões ou alterações observáveis pelo exame clínico ou laboratorial. Estas são as vezes verdadeiras doenças psicossomáticas; a energia psíquica é descarregada no corpo causando uma doença orgânica real. As sensações e percepções desconhecidas não podem ser simplesmente simbolizadas pela psique, ou seja, é como se não fossem compreendidas e ficassem soltas sem um nome ou representação.

A percepção sem coerência simbólica corresponde à certa quantidade de energia psíquica que tende a ser descarregada no corpo, gerando um sinal ou sintoma orgânico; os pacientes com tendência à somatização são equilibrados emocionalmente, porém, apresentam dificuldades em lidar com seus sentimentos, bem como de dizer o que sentem. Exemplo: um indivíduo que passa pela perda de um ente querido, aparentemente sem grande sofrimento, e que não chora nem fala sobre o fato.

 

Fraternalmente,

Discípulo Elias.

Grupo Fraternidade EMC.

Trabalhando por uma Humanidade mais feliz!

 

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