Objetivando a Paz da Alma e Cultivando o Coração

  Na reunião de hoje, quarta-feira dia 03/12/2014, levamos ao nosso leitor uma mensagem em referência ao comportamento humano, suas análises e decisões.

 Reuniao - Objetivando a paz da alma e cultivando o coracao

“As pessoas grandes adoram os números.

Quando a gente lhes fala de novo amigo, elas jamais se informam do essencial.

‘Qual é o som de sua voz? Quais os brinquedos que prefere?

Será que ele coleciona borboletas?…’

Se dizemos às pessoas grandes:

 “Vi uma bela casa com tijolos cor-de-rosa, gerânios na janela, pombas no telhado…’

elas não conseguem, de modo algum, fazer ideia da casa.

É preciso dizer-lhes: ‘Vi uma casa de seiscentos mil reais’.

Então elas exclamam: ‘Que beleza!’

Mas nós, que compreendemos a vida, nós não ligamos aos números!”

(Exupéry)

Somos, por vezes, pouco familiarizados com a linguagem dos sentimentos: a linguagem própria do coração. Somos afeitos, sim, à lógica dos raciocínios, rígidos e frios, das matemáticas e dos cálculos de que tanto precisa um mundo feito de números… Resolvemos tudo pela eficiência das máquinas, das mais simples às mais sofisticadas, das mini-calculadoras aos mais incríveis e refinados computadores.

Como o “homem de negócios” que o Pequeno Príncipe encontrou no quarto planeta, somos “sujeitos sérios”, que não se preocupam com “ninharias” (como “coisas do coração”…), sem “tempo para passeios”, donos de, precisamente, “quinhentos e um milhões, seiscentos e vinte e duas mil, setecentas e trinta e uma estrelas”, que podem ser “depositadas” num Banco, para nossa segurança…

Fazemo-nos ricos de números, de contas bancárias, de cadernetas de poupança, de terrenos, de casas, de apartamentos… e continuamos pobres, porque um dia descobrimos que a Felicidade não mora nos números.

Nesse mundo de granito e de consumo, em que viramos produto da Grande Máquina, se não cuidarmos, tornando-nos insensíveis, carregando um coração de pedra em vez de um coração de carne. Tornamo-nos incapazes de perceber a linguagem de nossos sentimentos, por acharmos até que isso tem pouca importância, e afinal, num mundo em que a eficiência é a ‘pedra-de-toque’ de todo relacionamento e o objetivo de todo trabalho. “Porque perder tempo com coisas do coração?…”

Somos a imagem perfeita da descrição que nos faz o Pequeno Príncipe, desse homem – símbolo do século XX – que virou máquina, perdendo a sensibilidade de extasiar-se diante do belo:

– Eu conheço um planeta onde há um sujeito vermelho, quase roxo. Nunca cheirou uma flor. Nunca olhou uma estrela. Nunca amou ninguém. Nunca fez outra coisa senão somas. E o dia todo repete: “Eu sou um homem sério! Eu sou um homem sério! E isso o faz inchar-se de orgulho. Mas ele não é um homem: é um cogumelo!

E nós, o que faremos com tantos “números” e tanta “seriedade”?…

– Acaso serão eles que nos desvendarão os caminhos da felicidade?

– Acaso serão eles que nos devolverão a paz original, perdida no emaranhado de nossas lutas e preocupações?…

Uma “linguagem”, para muitos desconhecida, é o caminho de solução para muitos de nossos problemas. ‘É preciso deixar que o coração fale!’. Ele tem razões que apenas são suas. Segredos que apenas são seus.

Por meio dele, seremos capazes de entender o porquê de tantos mistérios. Por meio dele, chegaremos a soluções mais sólidas, definidas. Por meio dele, descobriremos sempre novas pistas, que nos levarão a redimensionar o nosso projeto de vida e a desenvolver um processo harmonioso e integrado de nossa personalidade.

Deixe o coração falar, amigo!

Sem medo e sem proibições. Sem a desconfiança que a lógica da razão nos impõe. Deixe-O falar, simplesmente… Ele terá muito a confidenciar-lhe, muito a revelar-lhe, muito a ensinar-lhe.

Corte completamente as tradicionais censuras que você costuma lhe impor. Deixe-o livre! Ele tem maravilhas para contar.

Disponha-se a aprender o vocabulário próprio de sua linguagem. Ela é fascinante!

Você está no caminho certo. Prossiga a sua caminhada para dentro de si mesmo.

Ouça o seu coração…

* (Carlos Afonso Schmitt”)

 

“O mundo atual é um mundo de extrema contradição,

pois os homens trocaram o certo pelo errado,

aceitando o errado como o caminho a ser seguido”.

Fraternalmente,

Grupo Fraternidade EMC.

Trabalhando por uma Humanidade mais feliz!

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* Digitação, revisão – Patricia Kelly Hasselmann

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Agradecemos a atenção! Abraço fraterno a todos!

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