O Quarto Cháckra

Caros leitores,

Na reunião do dia de hoje, quarta-feira 06/11/2013, iniciada às 20:00hrs, foi sobre o tema do Quarto Cháckra, na continuidade do estudo dos cháckras.

O quarto cháckra é conhecido como centro. Ele talvez seja um dos centros mais importantes dos nossos corpos energéticos sutis.  O centro cardíaco é assim tão importante porque um cháckra cardíaco desobstruído é fundamental para a capacidade de um indivíduo expressar amor. Isto incluir tanto o amor do indivíduo por si mesmo como a expressão do amor que ele sente pelos outros.

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O amor pode manifestar-se na forma de amor fraternal, dirigido para amigos e vizinhos, de amor emocional, num relacionamento amoroso entre apaixonados, e na forma de amor espiritual. A forma mais elevada de amor espiritual, obviamente, é o amor incondicional pelo próximo. As lições de amor estão entre as mais importantes que temos de aprender durante o tempo que estamos destinados a passar no plano físico. As dificuldades em aprender essas lições podem se manifestar como anormalidades no funcionamento do cháckra cardíaco, as quais, por sua vez, afetam o coração físico.

Como muitas vezes têm dificuldade para desenvolver o potencial interior do cháckra cardíaco, o assim chamado centro do “coração interior”, não é de admirar que no mundo de hoje haja uma enorme mortalidade devido a doenças cardíacas. Embora o hábito de fumar e os altos níveis de colesterol sejam parcialmente responsáveis pela alta incidência de doenças cardíacas, é irônico que a maioria dos médicos e dos pacientes deixem de reconhecer a importância da ligação energética entre doença cardíaca, o cháckra do coração e a capacidade de o indivíduo manifestar amor. O reconhecimento dessa importante psicoenergética por parte do paciente poderia ajudar os médicos a curarem a atitude e a consciência que ajudaram a gerar os desequilíbrios energéticos que os predispuseram a sofrer de doenças cardíacas.

Além de sua ligação com o coração físico, o cháckra cardíaco proporciona energia nutritiva sutil aos tubos bronquiais, pulmões e seios, e ainda influencia a função de todo o sistema circulatório. Os desequilíbrios no cháckra cardíaco, além de contribuírem para ataques cardíacos e doenças nas artérias coronárias, podem também produzir outras doenças circulatórias como, por exemplo, o derrame – uma doença que afeta milhares de pessoas todos os anos.

A redução da energia que penetra no cháckra cardíaco pode manifestar-se como uma estagnação do fluxo de sangue através de um coração físico doente. A estase do fluxo de sangue através das câmaras do coração poderá resultar na formação de coágulos sanguíneos. Esses coágulos são então impelidos através da circulação, quando se alojam em pequenas artérias cerebrais e bloqueiam o fluxo de oxigênio (e do prana) para os tecidos cerebrais, o que provoca um derrame. (este é apenas um exemplo de como uma disfunção energética ao nível do centro cardíaco pode manifestar-se da forma de um derrame.) A intensidade do fluxo energético sutil do cháckra cardíaco é um reflexo da importância do amor na vida do indivíduo e do grau em que esse indivíduo está tendo suas necessidades satisfeitas nesse departamento.

Dada essa informação, podemos olhar para as doenças infantis – como a asma, por exemplo – sob uma nova luz. As crianças asmáticas frequentemente provém de famílias nas quais a mãe (ou o pai) é excessivamente protetora. Tanto no nível simbólica como no nível literal, a criança é sufocada por causa de uma manifestação desequilibrada de amor parental, coisa que afeta o centro cardíaco. Como o cháckra cardíaco influencia os tubos bronquiais, a energia desequilibrada cria uma tendência para espasmos nas vias nasais e problemas respiratórios, especialmente durante os períodos de conflito emocional interior.

As energias dos quatro cháckras inferiores simbolizam os quatro antigos elementos do nosso planeta: terra, água, fogo e ar. Em virtude de sua associação com o coração e os pulmões, que captam e distribuem o oxigênio por todo o corpo, o cháckra cardíaco simboliza o elemento ar. O plexo solar está ligado ao elemento fogo, o cháckra do umbigo representa a água e o cháckra-raiz simboliza o elemento terra. Enquanto os quatro centros inferiores representam o plano físico, os três cháckras superiores estão ligados simbolicamente aos elementos etéricos e espirituais superiores da criação.

O cháckra cardíaco é considerado um cháckra de transição, e serve de intermediário entre as energias terrenas inferiores e as energias espirituais superiores. Assim como o ar, o centro cardíaco ocupa simbolicamente uma posição situada entre o céu e a terra. Como o cháckra cardíaco está intimamente ligado à expressão do amor e da compaixão, ele também é considerado naturalmente um importante centro de sustentação da vida.

A maioria dos órgãos associados ao cháckra cardíaco ajudam a nutrir e a conservar a vida e a vitalidade do restante do corpo. Os pulmões absorvem oxigênio e prana na atmosfera. O coração bombeia o sangue para os pulmões, onde o oxigênio e o prana são absorvidos e distribuídos para os outros órgãos do corpo. No aparelho digestivo, novos nutrientes são acrescentados à corrente sanguínea para serem levados a todo o corpo físico. Os seis também estão localizados no nível do cháckra cardíaco. Eles talvez sejam os únicos órgãos do corpo que são inteiramente dedicados à nutrição de um outro ser.

A capacidade de o indivíduo fornecer energia a si e aos outros está relacionada com o desenvolvimento da natureza amorosa do centro cardíaco. Quando o indivíduo passa a ter uma maior capacidade de amar incondicionalmente a si e aos outros, o cháckra cardíaco começa a tornar-se mais aberto à medida que aumenta o seu fluxo de energia nutritiva para os órgãos que ele abastece.

A asma é uma doença relacionada a alguma disfunção no centro cardíaco que pode, na verdade, ser resultado de um excesso de nutrição por parte de uma outra pessoa. Se uma criança recebe demasiada atenção, chegando ao ponto de o excesso de amor asfixiar sua capacidade de tornar-se independente, a falta de equilíbrio no centro cardíaco provoca uma estimulação anormal da árvore brônquica e prejudica a entrada do oxigênio. Assim como uma nutrição inadequada pode produzir efeitos negativos, o excesso de uma coisa boa também pode ser ruim. Quando uma criança é cumulada come excesso de atenção, ainda que de forma bem intencionada, o resultado pode ser uma sensação física de asfixia por meio do mecanismo energético que acabamos de discutir.

 No nível psicológico, o cháckra cardíaco lida com as emoções que unem os indivíduos nos diversos relacionamentos amorosos. Muitas vezes uma forte reação positiva a uma determinada pessoa é percebida na forma de uma onda de energia na região do peito. Quando produzida por sentimentos de amor – especialmente de amor romântico – essa sensação é causada pela percepção de um fluxo de energia através do cháckra cardíaco.

O ato de nutrir é alimentado por diferentes sentimentos emocionais de amor, compaixão e empatia. A capacidade de fornecer energia a uma outra pessoa é um reflexo do amor e empatia que temos pelos outros e o reconhecimento de suas necessidades inerentes de crescimento físico e espiritual. O desenvolvimento dos sentimentos de compaixão e empatia pelos outros é um dos primeiros passos no caminho que conduz à abertura do cháckra cardíaco e ao desenvolvimento de uma forma mais elevada de consciência. Quando a personalidade carece desses elementos, pode-se ter a certeza da existência de algum bloqueio no cháckra cardíaco.

Um dos elos mais importantes entre o cháckra cardíaco e um órgão físico é a associação entre o cháckra cardíaco e o timo. Durante anos os médicos acharam ser normal a ocorrência de uma diminuição no tamanho e na função do timo à medida que o indivíduo ficava mais velho. Quando os médicos começaram a compreender o relacionamento energético entre o cháckra cardíaco e o timo, é provável que esse ponto de vista sofra uma profunda revisão. É possível que a involução do timo associada ao processo de envelhecimento não seja um fenômeno universal. Naqueles indivíduos nos quais a atrofia ocorreu efetivamente em idade avançada, talvez haja uma relação entre solidão, depressão, bloqueio no cháckra cardíaco e perda de função glandular.

Os pesquisadores que se dedicam à área de psiconeuroimunologia ainda não estudaram as ligações energéticas sutis entre as emoções e a função imunológica. Embora eles tenham começado a estudar as ligações fisiológicas entre as emoções humanas e a doença, existe um profundo aspecto esotérico da imunologia que ainda não foi inteiramente compreendido.

A ciência médica atualmente reconhece que o timo desempenha um importante papel na regulação da resposta imunológica do organismo. Anteriormente, pensava-se que o timo era funcional basicamente durante a infância, quando os assim chamados linfócitos-T eram programados com capacidades imunológicas especiais. Essa ativação especial dos linfócitos ocorre durante um crítico período de desenvolvimento no qual eles permanecem no timo. Os pesquisadores agora estão começando a descobrir poderosos hormônios regulatórios que são produzidos por essa glândula. Esses hormônios do timo, conhecidos como timosinas, aumentam a atividade dos diferentes tipos de linfócitos-T, e assim, influenciam a capacidade de o indivíduo lutar contra as doenças ao longo de toda a sua vida.

A regulação da atividade hormonal do timo também pode influenciar doenças que apresentam uma base imunológica. A artrite reumatóide, por exemplo, uma doença autoimune na qual o corpo literalmente ataca a si mesmo, está sendo tratada experimentalmente através da irradiação do timo, a fim de reduzir a sua atividade. Embora existam muitas doenças que são basicamente distúrbios na função imunológica, os médicos estão começando a descobrir provas da existência de componentes imunológicos em muitas outras doenças que anteriormente não se pensava estarem relacionadas com esse aspecto da função corporal.

Por exemplo: os cientistas descobriram recentemente provas da existência de um componente imunológico na trombose coronária, uma doença que se achava estar relacionada basicamente com o colesterol, o regime alimentar, a hipertensão e o fumo. Muitas doenças em que há um hipofuncionamento de um determinado órgão, tais como ausência de ovulação das glândulas supra-renais e certos tipos de diabete infantil, estão agora sendo relacionadas com mecanismos auto-imunológicos de destruição glandular. O importante é que muitas doenças diferentes podem ser afetadas de forma indireta pelo controle imunológico do timo, o qual, por sua vez, é influenciada pela atividade do cháckra cardíaco.

Vários pesquisadores que estudaram a relação entre emoções e doenças descobriram uma forte correlação entre depressão, desgosto e diminuição das defesas imunológicas. Psicólogos que estudaram a vida de pacientes cancerosos observaram interessantes similaridades. Verificou-se que muitos pacientes tiveram depressão antes do desenvolvimento dos tumores malignos. De acordo com os estudos de LeShan, em muitos pacientes o câncer foi diagnosticado aproximadamente doze a dezoito meses depois da morte de seus cônjuges. Nesses pacientes, é provável que a dor e a depressão prolongadas tenham provocado a diminuição da atividade de vigilância imunológica responsável pela detecção e destruição de células cancerosas isoladas.

Assim, a imunidade reduzida dos pacientes enlutados teria permitido a formação de grupos maiores e imunologicamente menos vulneráveis de células cancerosas. Sabe-se que a redução das defesas imunológicas, qualquer que seja a sua causa, aumenta os riscos de desenvolvimentos de tumores malignos nos pacientes. Alguns oncologistas observaram que pais pesarosos com o diagnóstico de leucemia em seus filhos também apresentam sinais de redução das defesas imunológicas em exames de laboratório. Esses exemplos ilustram os poderosos efeitos negativos que o desgosto, a estafa e a depressão podem produzir nos sistemas de defesa imunológica.

Os pesquisadores ainda não compreenderam que o fluxo do prana através do cháckra cardíaco é um fator essencial para o correto funcionamento do timo e, portanto, das defesas imunológicas do organismo. O timo produz fatores hormonais, tais como a timopoetina e outras timosinas, que regulam a atividade dos linfócitos de todo o corpo. Os hormônios secretados pelo timo atuam basicamente sobre um subconjunto de células sanguíneas conhecido como Linfócitos-T ou Células-T. Os linfócitos recebem esse nome porque adquirem suas capacidades especializadas durante um período de permanência no timo, numa etapa inicial de programação celular.

Avanços recentes no campo da imunologia constataram a existência de subgrupos de linfócitos-T conhecidos como células assistentes-T e supressoras-T. As células assitentes-T ajudam as células produtoras de anticorpos, e outros tipos de células defensoras, a remover do corpo proteínas e invasores estranhos ao organismo. Existem ainda outros linfócitos especiais, chamados células-T matadoras, que destroem células cancerosas. Essas células participam da assim chamada função de imunovigilância do sistema imunológico, a qual busca detectar não apenas invasores estranhos ao organismo, tais como vírus e bactérias, como também células cancerosas. Talvez as mais importantes dentre essas células-T sejam as assim chamadas células supressoras-T.

Estas células regulam a intensidade da reação imunológica e mantém sob controle os outros linfócitos, de modo que apenas as proteínas estranhas são atacadas. Quando essa função auto-regulatória é perdida em virtude de uma diminuição no número ou na atividade das células supressoras-T, o corpo começa a atacar literalmente a si mesmo. A medicina começou a reconhecer a existência de um crescente número dessas chamadas doenças “auto-imunológicas”.

Existe uma grande variedade de doenças cujo denominador comum é a presença de um mecanismo auto-imunológico. Nessas doenças, os linfócitos produzem anticorpos contra as proteínas celulares de diversos órgãos e também contra o DNA do organismo, fazendo com que o corpo desencadeie um ataque imunológico contra si mesmo. Uma das doenças auto-imunológicas mais comuns é a artrite reumatóide. Outros exemplos de doenças que apresentam um componente auto-imunológico são o lúpus, a miastenia grave, a esclerose múltipla, a tireóide de Hashimoto, a ausência de ovulação, a atrofia das glândulas supra-renais e, possivelmente, determinados tipos de diabete infantil.

Em algumas dessas doenças, existem evidências que sugerem a possível participação de um fator virótico. Alguns pesquisadores sugeriram que certos vírus podem alterar proteínas específicas, fazendo com que elas pareçam estranhas aos olhos do sistema imunológico. Essas proteínas, aparentemente estranhas, podem desencadear um ataque imunológico geral tanto contra proteínas alteradas por vírus como contra proteínas normais.

Existem outras evidências indicando a existência de uma predisposição do organismo para essas infecções viróticas ou, pelo menos, para as reações auto-imunológicas que elas iniciam. Verificou-se, por exemplo, que alguns indivíduos com diabete juvenil apresentam sinais de invasão virótica do tecido pancreático e da presença de auto-anticorpos contra esse mesmo tecido.

Descobriu-se que esses pacientes diabéticos possuem uma base genética comum, de acordo com o sistema de classificação HLA, um índice de similaridade imunológica entre indivíduos. Nessas crianças diabéticas, foi detectada a presença de anticorpos voltados contra as células pancreáticas produtoras de insulina.

Outros determinados vírus podem até mesmo estabelecer-se nas células do sistema imunológico e destruí-las, prejudicando a capacidade de o corpo se defender contra outros invasores. A AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida), uma das doenças mais controvertidas de nossa época, está relacionada com a redução da capacidade de defesa imunológica, a perda de Linfócitos-T e com a ocorrência de infecções viróticas. A AIDS é uma doença que apresenta evidências convincentes em favor da existência de um vírus com uma predileção por linfócitos-T. Atualmente há outras informações sugerindo a possibilidade de alguns vírus relacionados com a herpes apesentarem também uma predileção por linfócitos-B produtores de anticorpos.

Independentemente do fato de os vírus poderem iniciar fisicamente uma doença, existem também vários fatores energéticos sutis que podem predispor determinados indivíduos a adquirirem uma doença imunológica quando expostos a esses patógenos. Nem todas as pessoas que entram em contato com os vírus ficam gravemente doentes. As pessoas dotadas de fortes defesas imunológicas têm a capacidade de eliminar os vírus de sues organismos ou de restringir seus efeitos aos sintomas de um ligeiro resfriado.

Um importante fator energético que contribui para uma forte resposta imunológica é a existência de um saudável fluxo de energia sutil para o timo através do cháckra cardíaco. Quando o fluxo de prana através do cháckra cardíaco é bloqueado, em virtude de dificuldades por parte do indivíduo em manifestar amor a si mesmo e às outras pessoas, o fluxo de energia vital para o timo diminui. Às vezes isso pode manifestar-se na forma de uma doença no próprio timo. No caso da miastenia grave, uma doença auto-imunológica causada por anticorpos produzidos contra a junção neuromuscular (provocando, assim, fraqueza muscular generalizada), há um aumento na incidência de timoma, um tipo de tumor maligno do timo.

O comprometimento da função do timo (em decorrência de bloqueios no cháckra cardíaco também pode resultar numa maior suscetibilidade a infecções graves de toda espécie. Certos tipos de linfócitos-T atuam especificamente na remoção de vírus do corpo. É provável que essas células sejam influenciadas a distância não só por fatores hormonais produzidos pelos linfócitos (as chamadas linfoquinas), mas também por hormônios imuno-regulatórios (tais como as timosinas) secretadas pelo timo. É possível que em determinados indivíduos um bloqueio no cháckra cardíaco possa criar uma predisposição energética para o desenvolvimento de doenças de base imunológica relacionadas com um vírus específico. As infecções viróticas talvez desempenham apenas um papel secundário, ainda que importante, no desenvolvimento dessas doenças auto-imunológicas e de outras doenças relacionadas com problemas no sistema imunológico.

A predisposição para a doença parece estar relacionada com determinados desequilíbrios emocionais concernentes à natureza do amor e ao cháckra cardíaco. Os bloqueios no cháckra cardíaco podem ser produzidos por uma incapacidade do indivíduo para manifestar amor; todavia, ainda mais importante é o fato de que a disfunção muitas vezes resulta de uma falta de interesse do indivíduo pela sua própria felicidade. A capacidade de o indivíduo amar a si mesmo é muito mais importante do que muitos psicólogos imaginam. Em virtude das anormalidades produzidas ao longo do eixo cháckra cardíaco/timo, a persistência de auto-imagens negativas e a perda do senso do próprio valor provocam mais danos fisiológicos do que atualmente se admite.

Em muitos casos, o indivíduo doente terá diversos cháckras funcionando de forma anormal. O bloqueio no fluxo de energia através de um cháckra, por exemplo, poderá provocar um fluxo excessivo de energia para o cháckra inferior. Um bloqueio no nível do cháckra cardíaco poderia fazer com que uma quantidade excessiva de energia invadisse o centro do plexo solar, situado em posição inferior. O bloqueio de um fluxo de energia pode ser comparado a uma represa que, construída num rio, provoca a inundação das regiões situadas na área de interferência. As energias kundalini geradas no cháckra da raiz tendem subir pela espinha até o centro da coroa e a fornecer energia, em ordem ascendente, aos cháckras situados ao longo do percurso.

Assim, o bloqueio dos centros superiores pode provocar congestão e superabundância de energia nos cháckras inferiores como uma forma de dar vazão ao fluxo excessivo. Frequentemente uma doenças pode estar associada ao funcionamento anormal de mais de um cháckra, já que um indivíduo pode ter vários bloqueios emocionais. Cada bloqueio em algum dos cháckras está associado a um determinado problema emocional que não está recebendo um tratamento adequado por parte do paciente. Diferentes questões emocionais e espirituais são tratadas em diferentes níveis de modulação energética dos cháckras.

Muitas das questões emocionais e espirituais que estão sendo tratadas de forma inadequada pelas pessoas com disfunção no nível do cháckra cardíaco giram em torno das emoções opostas da alegria e da dor. Ocorrem desequilíbrios no cháckra cardíaco quando o indivíduo é incapaz de manifestar amor pelas pessoas que o rodeiam e sua vida é tomada pelo desgosto, tristeza, solidão e pela depressão. Isso é especialmente válido para irmãos ou cônjuges que se defrontam com a perspectiva de perder um membro da família devido a uma doença terminal.

A depressão que se segue à morte do ente querido pode estar relacionada com sentimentos de culpa por não ter agido a tempo ou de forma adequada para impedir a ocorrência dessa tragédia. A pessoa poderá culpar-se sem motivo. Isto frequentemente se reflete numa incapacidade para sentir alegria coma vida. Esses desequilíbrios emocionais e espirituais provocam bloqueios no fluxo de energia através do cháckra cardíaco, o qual posteriormente pode manifestar-se na forma de disfunções celulares no nível do timo.

Como o timo pode afetar muitos tipos de células que combatem as doenças no corpo, uma anormalidade na função do timo pode produzir uma depressão geral das defesas imunológicas e, assim, tornar o organismo suscetível a diversas infecções bacterianas e viróticas. Em virtude dos efeitos do timo sobre certos tipos de tipos de linfócitos, especialmente as células assistentes-T e supressoras-T, podem ocorrer danos mais específicos em determinados órgãos do corpo. As células supressoras-T foram intensamente estudadas pelos médicos na tentativa de desvendar suas relações com as doenças auto-imunológicas. Se as células supressoras-T não conseguem impedir o corpo de atacar a si mesmo, o sistema imunológico pode atacar violentamente determinadas partes do corpo.

A imunossupressão seletiva da função das células supressoras-T, provocada por diversos tipos de disfunções no sistema cháckra cardíaco-timo, pode afetar outros centros endócrinos do organismo. Doenças como a tireóide auto-imune , a atrofia das supra-renais e a ausência de ovulação constituem exemplos de efeitos auto-imunológicos produzidos a distância sobre centros glandulares. Nas doenças em que um determinado centro endócrino é afetado pela destruição auto-imunológica, é provável que o indivíduo doente apresente desequilíbrios energéticos sutis tanto no cháckra cardíaco como no centro glandular que teve suas funções hormonais prejudicadas pelo sistema imunológico.

Uma deficiência auto-imune das supra-renais, por exemplo, poderia estar associada a uma disfunção tanto no cháckra do plexo solar como no cháckra cardíaco. A ausência de ovulação tenderia igualmente a ser associada a um bloqueio energético sutil no cháckra cardíaco e também nos cháckras sacro ou gonadal.

A AIDS é outro doença imunológica que provavelmente está associada a um bloqueio do cháckra gonadal. Uma das primeiras correlações encontradas entre a AIDS e os homossexuais foi a grande freqüência de contatos sexuais entre as vítimas da doença, particularmente entre os gays do sexo masculino. Passar de um relacionamento sexual fortuito para outros, sem nenhum sentimento verdadeiro de amor, tenderia a concentrar uma quantidade excessiva de energia no centro gonadal. Isto em si, obviamente, não causa AIDS.

Contatos sexuais freqüentes, porém, efetivamente promovem uma maior exposição do indivíduo ao vírus da AIDS. Além do mais, as concepções culturais negativas associadas à homossexualidade criam entre os gays uma auto-imagem ruim e uma falta de amor-próprio. Com o passar do tempo, isso pode facilmente provocar um desequilíbrio no cháckra cardíaco. As alterações energéticas negativas no cháckra cardíaco resultam numa diminuição da função do timo e, portanto, tornam o indivíduo mais suscetível ao vírus da AIDS.

O modo pelo qual o vírus da AIDS contribui para o surgimento de doenças recorrentes depende de seus efeitos sobre a função dos linfócitos. O vírus atua especificamente sobre determinados tipos de linfócitos-T e, principalmente, sobre as células assistentes-T. Um dos critérios para o diagnóstico da AIDS em testes de laboratório é a proporção entre as células assistentes-T e supressoras-T. Na AIDS ocorre uma inversão da proporção normal entre esses dois tipos de células. Com menos células assistentes-T e com um número também reduzido de células matadoras-T, o corpo torna-se mais suscetível a infecções viróticas e bacterianas, e também a tumores malignos como, por exemplo, o Sarcoma de Kaposi.

Considerando a questão de um ponto de vista esotérico, a redução do número de linfócitos é causada não apenas pela HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana ou vírus da AIDS) mas também por uma disfunção no eixo cháckra cardíaco/timo, o que pode ter predisposto o indivíduo a infecções graves. É provável que um dia acabe sendo demonstrado que, além da infecção por HIV, as vítimas da AIDS também apresentam bloqueios energéticos no cháckra cardíaco, no cháckra das gônadas e em outros cháckras do corpo sutil.

É necessário dizer que os médicos/terapeutas do futuro atribuirão uma grande importância às disfunções energéticas sutis no cháckra cardíaco e às doenças a elas associadas, as quais refletem desequilíbrios na expressão do amor.

Na próxima semana teremos a continuidade nos estudo dos outros cháckras e explicações sobre o tema da reencarnação.

Grupo Fraternidade EMC.

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