Nosso relacionamentos sociais

Caros leitores, 


Na reunião de quarta-feira dia 01/04/2020, repassamos a mensagem que segue:


Nosso relacionamentos sociais

É comum nos nossos relacionamentos sociais e até familiares, termos que conviver com pessoas que denominamos comumente de “chatas”, não é verdade? E estas pessoas costumam “tirar a gente do sério”, mais facilmente, não é assim?

Se, contudo, analisarmos um pouquinho como é o ser humano, individualmente, perceberemos que na realidade, não existem pessoas “chatas”, e sim, com personalidades diferentes.

E, se pensarmos bem, concluiremos que sempre há algo de bom e de positivo em cada um. O ser humano, em geral, é dotado de muitas qualidades, e as imperfeições são mínimas.

Não devemos considerar “chata” ou inconveniente uma pessoa só pelo fato de não pensar como prensamos e até nos contestar. E nem porque não gostem e não aceitem o que os demais gostam ou aceitam habitualmente.

Se possuímos manias e defeitos, é natural que os outros também os tenham. Se queremos e até exigimos que os outros nos aceitem e nos respeitem como somos, é óbvio que temos também o dever de concordar que os outros também queiram ser aceitos com suas manias e defeitos.

Será que para algumas pessoas não somos considerados também uns “chatos”? Quem sabe sendo mais tolerantes e compreensivos com aqueles que nos cercam, perceberemos que são melhores do que pensamos!

Reflitamos um pouco sobre isso, nesta terça-feira e, é bem possível que concordemos em revisar o conceito de “pessoa chata” que, muitas vezes, fazemos dos outros.”

Fonte: Reflexão do Dia. ‎Frater Konrad‎ para TEMPLARS, Ontem às 09:08, Link:

https://www.instagram.com/fraternidade_universal/


Paz Profunda!

————————————————————————————

.’.


* Responsabilidade escrita, revisão, edição – Discípulo Elias

* Digitação, revisão – Patricia Kelly Hasselmann

Fraternalmente,

O atributo alt desta imagem está vazio. O nome do arquivo é emc.jpg

Grupo Fraternidade EMC.

Trabalhando por uma Humanidade mais Feliz!

Esta entrada foi publicada em Cabala, Pesquisas e Estudos. Adicione o link permanente aos seus favoritos.

Deixe uma resposta