Hipnose (Parte V) – Controle de Traumas com a Hipnose

Caros leitores,

Segue abaixo a continuação da reunião de ontem, quarta-feira dia 18/06/2014, onde apresentamos a continuação do tema da hipnose, na sequência a quinta parte sobre controle de traumas com a hipnose.

controle de traumas com hipnose 

Apesar do controle da dor ser a aplicação da hipnose mais bem documentada e estudada, o campo onde a técnica tem mais espaço de atuação é o das doenças psicossomáticas (incluindo os distúrbios sexuais), psiquiátricas e na psicologia.

“Não existem outros tratamentos tão efetivos para ansiedade, estresse, depressão, alguns transtornos emocionais e fobias”, afirma o psiquiatra Joel Priori Mai, presidente da Sociedade de Hipnose Médica do Estado de São Paulo, e vice-presidente da sociedade brasileira de hipnose. Nesse bloco, estão incluídas doenças de pele, como verrugas, e as gastrointestinais, como síndrome de colo irritado (pessoa tem diarréias constantes por conta do nervosismo).

Ao contrário a dor, na qual a hipnose é usada de uma forma bastante impositiva, agindo direto no sintoma para essas outras doenças, a técnica e a mais sugestiva, é a busca para descobrir as causas, diminuir a ansiedade e transmitir sugestões para uma qualidade de vida melhor. Em casos de trauma é feita uma regressão ou ‘hipermnésia’ para se descobrir onde ele se originou.

“As vezes, só o fato de descobrir o trauma, já pode ajudar o paciente com esquisofrenia, psicoses, e até mesmo alguns tipo de depressão são contra-indicados para o tratamento com hipnose. Em outros casos fazemos com que essa pessoa veja a sua vivência passada de uma forma diferente. Por meio de sugestões, tentamos modificar o significado desse fato e assim mudar o comportamento”. – afirma o ginecologista Osmar Ribeiro Colás, coordenador de um grupo de estudos sobre hipnose na Universidade Federal de São Paulo.

Nos casos de fobias também é possível fazer com que o paciente em regressão, veja o fato que lhe causa medo com uma outra maneira, de modo que aquilo não volte a atormentá-la.

“Não podemos simplesmente inibir a fobia”. – diz Maia. “Temos de estudar, acompanhar e tratar. Se mexermos somente no sintoma, hoje ele some mas amanhã voltará, primeiro buscamos a história do paciente e depois iniciamos o tratamento, reduzindo a ansiedade, acessando o inconsciente e buscando as causas”.

Para Maia, esse tipo de tratamento é a causa do sucesso da hipnose atualmente. “As pessoas querem uma medicina mais humanizada”. Diz além disso, a técnica as vezes é o último, recurso para pacientes que já buscaram todos os outros, tipos de tratamento e não encontraram solução.

“O processo é mais rápido que outras terapias, porque vai direto no inconsciente”. – completa Lolás.

(Adaptado e esquematizado pelo escritor Jalil Kamel Elias Bou Assi)

Fraternalmente,

Discípulo Elias.

Grupo Fraternidade EMC.

Trabalhando por uma Humanidade mais feliz!

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