Hipnose: A Velha Arte através da Cabala

 

Caros leitores,

Na reunião semanal de hoje, quarta-feira dia 28/05/2014, apresentamos o tema da hipnose, como a Velha Arte através da Cabala.

 FabioPuentes

Apoiamos o uso da antiga técnica contra dores e em vários tratamentos. Esqueça o turbante, o pêndulo e os espetáculos em que um voluntário faz tudo o que o hipnotizador manda. Esqueça também a chamada terapia de vidas passadas.

Hipnose é uma técnica séria com aplicações terapêuticas comprovadas, e ainda repetimos realmente comprovadas; no controle da dor e no tratamento de fobias, depressão, ansiedade, doenças psicossomáticas e na psicoterapia, em diversas pessoas e inclusive em gestantes. Mas seu uso por curiosos e charlatões representa um risco.

A técnica milenar caiu no esquecimento, se tornando um número de palco ao longo do século passado. Mas depois da segunda guerra mundial, e em especial nos últimos anos, tem crescido a quantidade de pesquisas sobre a ação da hipnose no organismo e sua eficácia.

Somente no Brasil já existem cerca de mil médicos, dentistas e psicólogos que oferecem esse tratamento. Por outro lado, pacientes em busca de uma medicina mais humanizada ou de solução para problemas crônicos, colaboram para a população da hipnose, ainda que continue existindo muito preconceito.

Embora não possa ser considerada a cura para todos os males, sua técnica é sua saída para casos onde já foram esgotados por outros tratamentos.

Antes de mais nada, é preciso entender o que é hipnose. Trata-se de um estado de alerta de consciência, posicionada entre o sono e a vigília – a pessoa não adormece –, e que não tem nada a ver com misticismo ou paranormalidade. Os profissionais da área costumam compará-la com o estado em que entramos naturalmente quando “viajamos para o mundo da lua”, ou quando estamos com a atenção tão focada em alguma coisa que chegamos a nos “desligar” do resto do mundo.

Por exemplo, um boxeador concentrado na luta se desconecta de qualquer outra sensação. Mesmo machucado, ele não sente dor enquanto luta, porque não está prestando atenção no próprio corpo. Com a hipnose acontece exatamente o mesmo, mas em vez de sair de seu estado de consciência naturalmente, a pessoa é induzida e mantida nessa situação com a ajuda do hipnotizador.

“O paciente é “convidado a perceber menos o que vem de fora pelas sensações que vem do seu corpo”, explica o neurologista Paulo de Mello, que há 15 nos trabalha com hipnose. Desse modo é possível alcançar o inconsciente da pessoa, onde estão concentradas as suas memórias reprimidas.

O indivíduo em estado de transe fica altamente sugestionável, o que permite mudanças fisiológicas e de comportamento. O seu cérebro passa a enxergar as coisas da forma como elas são sugeridas, e automaticamente desencadeia uma série de reações no corpo.

Para uma pessoa ser hipnotizada, ela precisa acreditar no processo, confiar no hipnólogo, estar motivada, aceitar e ter uma meta a alcançar.

(Por Giovanna Girardi, adaptado e esquematizado pelo escritor, esoterista e cabalista Jalil Kamel Elias Bou Assi)

Na Cabala, os Sephirotes são os pomares da Árvore da vida, e o resplendor do Zohar.

Na próxima semana teremos relevantes informações.

Fraternalmente,

Discípulo Elias.

Grupo Fraternidade EMC.

Trabalhando por uma Humanidade mais feliz!

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