Feitiços em plantas e animais pequenos

Caros leitores, 


Na reunião de hoje, quarta-feira dia 07/12/2016, repassamos um artigo bem interessante para reflexão.

feitico

Feitiços em plantas e animais pequenos

São relativamente frequentes e popularmente conhecidos os casos de pessoas em cuja proximidade, ás vezes, morrem avezinhas e pintinhos, e secam ou murcham as plantas.


Quem nunca ouviu contar;- eu tinha um vaso tão lindo de avenca, recebi a visita de uma amiga e a planta morreu ,secou todinha? Ou o canário morreu!


A crença é que as plantas e os animais pequenos são possíveis de sofrer o feitiço de pessoas invejosas. O famoso mau olhado, olho seca-pimenteira, ou olho gordo;- tipo de feitiço espontâneo, no qual o feiticeiro é feiticeiro sem saber. Feitiço pelo olhar. Está sempre ligado á inveja, consciente ou inconsciente. Não exige técnica ou ritual;- nem feiticeiro como tal. Neste caso mau-olhado nada mais é do que a telergia (energia física, corporal, própria do ser humano e exteriorizada). Influi em animais pequenos e plantas. A curta distância dos mesmos.


Todos os seres humanos têm telergia. Só alguns exteriorizam.


Experiência dirigida por Pedro Quevedo no CLAP iniciada no começo de 1977. Consiste na utilização de grupos de pessoas (perto, longe, otimista etc,) que se concentrariam no desejo de que parte das sementes de centeio crescessem mais do que as outras. Os resultados mostraram que as sementes (influenciadas)- de perto, e só de perto- realmente cresceram mais. É preciso aplicar estatística isolando cada fator: luz, calor, vento, terra, adubagem, sementes, tempo, distância, sexo, ânimo… 

Conclusão:- só de perto.

A respeito das plantas ainda podemos dizer que para serem vistosas e sadias, é frequente que as pessoas que as cuida deve ter muito carinho e amor as plantas. O mesmo se pode afirmar com relação aos animais pequenos. A energia corporal humana (telergia) atua sobre eles, chegando mesmo a matá-los.


Conclusão: O feitiço em plantas e animais pequenos consiste num influxo parapsicológico direto (telergia).

Causa maior ou menor dano (maior ou menor benefício) dependendo da delicadeza e fragilidade da vítima e do maior ou menor desequilíbrio psicofísico de quem exterioriza telergia. O mais interessante é que na maioria das vezes o responsável pelo fenômeno é o próprio dono da planta ou animal.

A pessoa com fama de invejosa olha e até mesmo chega a pedir que tal vaso ou animal seja dado a ela. E vai embora. Sem levar o que desejava! Quem fica perto e ao menos inconscientemente é supersticioso é o dono. E é este que exterioriza energia corporal e mata a planta ou animal.”


(Colaboração Prof.a Marcia Cobêro)

* Responsabilidade escrita, revisão, edição – Discípulo Elias

* Digitação, revisão – Patricia Kelly Hasselmann


Fraternalmente,

Grupo Fraternidade EMC.

Trabalhando por uma Humanidade Mais Feliz!

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