Evitando a Vergonha, com Ética, Personalidade e Comportamento

Na reunião de hoje, quarta-feira dia 11/11/2015, repassamos um trecho em relação ao aperfeiçoamento do nosso comportamento social com ética e responsabilidade, no cotidiano e na jornada da vida.

 indio

“A VERGONHA”


A personalidade, inicialmente, serviu como os «olhos e os ouvidos» do ESPÍRITO sobre este planeta. Mas, há muitíssimo tempo, quando decidiram brincar ao jogo da separação, a personalidade assumiu uma identidade separada do ESPÍRITO. Então, vocês moldaram um ego externo que assumisse o papel do ESPÍRITO e determinasse o que era real, e o que fazer tendo por base essa percepção de «real». Então, para que o eu-ego se mantivesse inconsciente da separação do ESPÍRITO (a chamada «queda do homem»), resolveram depositar uma energia muito especial na estrutura genética da espécie humana.


Trata-se da vibração da vergonha, a qual opera de forma diferente em cada pessoa: uns sentem-se como «anjos caídos», outros como se tivessem sido apanhados a cometer uma terrível ofensa, outros, ainda, como se estivessem sujos e enlameados. Porém, todos fazem grandes esforços para evitar este sentimento de não serem merecedoras.


Tenta observar alguns acontecimentos da tua vida a partir deste ponto de vista e perceberás o que te quero dizer?



A compensação por sentir esta vergonha também é demonstrada de maneiras diferentes: elitismo, competência, etc. Por exemplo, quando alguém se sente separado dos outros e nem sequer está seguro da existência de algo chamado ESPÍRITO, é inevitável que o eu-ego procure a segurança comparando-se com os demais e tratando de se instalar o mais alto possível na escala social.


A razão pela qual as notícias da TV se centram em mortes e acidentes é para permitir que sintas que outra pessoa está em pior situação do que tu; assim, pelo menos temporariamente, sentes-te um pouco mais protegido apenas porque, hoje, não te tocou a ti!


Sentindo-se exilada do ESPÍRITO, a personalidade vê a vida quase como um castigo, em vez de como uma dádiva ou de como uma oportunidade para se expressar. Daí que a expressão «prisão perpétua» passe a ter todo o significado.



O que interessa saber sobre esta vergonha, é que ela é uma herança dos teus genes, pois faz parte do programa de vivência no Planeta Terra; está, no entanto, tão enraizada no teu corpo físico que nunca a examinas como aquilo que é: uma condição inerente ao facto de estares encarnado. Por isso, cada vez que ouves alguém dizer algo como: «Deverias era ter vergonha de ti mesmo!», a faca remexe-se na ferida.


É que, num nível muito profundo, concordas com tais palavras!



É claro que todos colaboraram para que o jogo da separação fosse assim. Não era possível que se limitassem a simular que estavam separados do ESPÍRITO; a coisa tinha de ser feita com muito realismo para que o jogo funcionasse. E não há dúvida que, como facilmente se pode verificar, funciona perfeitamente!



Portanto, a vergonha reside no centro de cada célula do corpo físico. Normalmente, ao desencarnar deixas essa vergonha «celular» para trás; todavia, se queres ascender com o corpo, tens de a libertar das tuas células.



A LIBERTAÇÃO CELULAR 


Muitos Trabalhadores da Luz estão a iluminar um caminho para que outros irmãos o possam vir a percorrer. Em fases extremas deste processo, alguns poderão sentir-se repentinamente forçados a uma posição de impotência, o que pode causar uma rápida e maciça libertação da vergonha das células para os seus campos de energia, de onde, então, poderá ser removida.


É claro nem todos os Trabalhadores da Luz tomarão a decisão de seguir este procedimento; muitos preferirão uma libertação mais suave e a mais longo prazo. De qualquer forma, quando sentires qualquer tipo de vergonha, fica sabendo que não se trata de algo teu, mas sim de outra energia que deves retirar do teu campo energético. Portanto, não consideres a vergonha como parte da tua identidade, e não te sintas culpado de seres quem és.


A verdade é que, enquanto Trabalhador da Luz, tu estás a transformar a vergonha inerente à espécie humana, em uma expressão mais elevada de unicidade e de serviço com o ESPÍRITO. Assim, a energia da vergonha, tendo o ESPÍRITO por guia, está a ser removida das tuas células para os campos energéticos – uma experiência que, muito frequentemente, é encarada como preocupante, em vez de como uma condição inerente ao ser humano. A melhor forma de lidar com esta situação é passar através dela. Pretender evitar ou tentar suprimir o sentimento de vergonha equivale a reconhecer a sua realidade e a tua impotência para resolver a questão. Por conseguinte, muito simplesmente, encara-a como uma herança celular, algo impresso pela cultura terrena, e não como uma parte da tua identidade divina.



E, uma vez que irás sentir os efeitos da «cremação» da vergonha retirada das tuas células, permite-te reconhecer que tal operação não concerne à tua essência, mas que é algo com que vieste lidar a este planeta. Se, acaso, te sentires desamparado e impotente, procura outros Trabalhadores da Luz, alguns dos quais, certamente, estarão a passar pela mesma experiência. E não te inibas em aceitar ajuda deles; o tempo do individualismo já passou. A Humanidade tem vindo a deslocar-se para uma era de co-criação, pelo que se torna importante permitir a inter-ajuda.



Os Trabalhadores da Luz têm estado a cumprir a sua missão neste planeta mas, até ao presente e em muitos casos, isso tem ocorrido solitariamente. Agora, porém, estão a ser chamados para que trabalhem com outros Trabalhadores da Luz na co-criação do seguinte nível de evolução da espécie humana, à medida que os antigos padrões, baseados na separação, vão sendo extraídos da herança genética da espécie.


Todavia, os Trabalhadores da Luz não podem fazer isto sozinhos!



Outro recurso que podes utilizar sempre que a vergonha aflorar, é sentires o teu verdadeiro poder.



Neste sentido:


• pede ao ESPÍRITO «uma capacidade cada vez maior para fazer o que seja necessário»;

• invoca os anjos da Força Destruidora para que centrifuguem essa energia para fora dos teus campos energéticos;

• pede a Saint Germain que aplique a Chama Violeta nos teus campos.



Após uns poucos segundos, ou minutos, sentir-te-ás mais calmo e subtilmente mais poderoso. Permite que este novo sentimento de poder flua nos teus corpos e visualiza como ele enche e inunda o espaço deixado vazio pela vergonha que foi removida das células.



CONTROLE


Outra parte do mito do poder é a ilusão do controle. Qualquer controle que julgas ter sobre ti mesmo pertence ao ESPÍRITO.



Quando as coisas correm bem na tua vida, significa que o teu eu-espírito está a trabalhar através dos teus campos de energia; quando correm mal, continua a ser o trabalho do eu-espírito só que, neste caso, ele tenta chamar a atenção consciente da personalidade ou procura pô-la ao corrente de algo importante.



Portanto, se as coisas não estão a decorrer de feição, procura sinais de limitação ou de controlo nos teus «conceitos de realidade».


Pretender controlar ou manipular os acontecimentos, de acordo com as ideias da personalidade e com a forma como as coisas deveriam ser, é uma atividade escusada que pode gerar desilusão, frustração e raiva. Assim sendo que podes tu fazer?


Quando te alinhares com a intenção do ESPÍRITO no que concerne às tuas funções, converter-te-ás numa força que não pode ser detida porque, a partir desse momento, segues o fluxo do Universo.


E, com isto, voltamos à velha pergunta: Como se sabe qual é a intenção do ESPÍRITO? Uma resposta possível é: Qualquer coisa que faça cantar o teu coração!



Ariel oferece-nos um teste triplo para decidir neste sentido:


1) Dá-te satisfação?

2) É divertido?

3) Serve aos propósitos da Luz?



Se as três respostas forem afirmativas estarás a seguir os propósitos do ESPÍRITO; se uma ou duas forem negativas é provável que o curso da ação não esteja alinhado com esses propósitos.


Se fizeres estas três perguntas em relação, por exemplo, ao teu trabalho ou profissão, e se obtiveres um «não» para todas as três perguntas, é melhor começares a pensar seriamente em mudar de trabalho ou até mesmo de carreira, pois não estás em sintonia com o teu verdadeiro poder. Ir «contra a corrente» dá imenso trabalho, ao passo que «fluir com a corrente» não pede grande esforço… e é muito mais divertido!


Fluir com a corrente ajuda as coisas a crescer em vez de a desmoronarem-se, e as pessoas que vão surgindo ajudam, em vez de estorvar. Assim, o controlo é uma ilusão; o fluir com o ESPÍRITO é uma realidade.


Tudo o que és e tudo o que possuis é o resultado da forma como o teu eu-espírito dispõe as coisas. O que podes fazer, ao nível da personalidade, é estar consciente destas informações e adicioná-las à «linha de produção».


Garanto-te que serás ouvido!



(Fonte: Trecho do Livro “Um Manual para Ascenção”, por Serapis Bei)

* Responsabilidade escrita, revisão, edição – Discípulo Elias

* Digitação, revisão – Patricia Kelly Hasselmann


Fraternalmente,

Grupo Fraternidade EMC.

Trabalhando Por uma Humanidade Mais Feliz!

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