Devemos superar dolorosos sentimentos de rejeição

Caros leitores, 


Na reunião de hoje, quarta-feira dia 28/12/2016, repassamos uma mensagem neste período de plantão de festas, tema em relação aos sentimentos com suas reflexões e renovações.

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Devemos superar dolorosos sentimentos de rejeição

“Para você que chegou à compreensão da verdade referente a “quem você é realmente”, quero falar sobre a preocupação mundial relativa ao “racismo”.

Saiba que as conversas sobre o RACISMO surgem unicamente do impulso egocêntrico daquelas pessoas que se sentiram desprezadas e rejeitadas por causa de suas diferenças raciais. Esses sentimentos estão tão profundamente enraizados no “eu” que não importa a maneira como as circunstâncias mudem e façam as vidas destas pessoas progredirem, tornando-se inclusive personagens de grande importância no cenário mundial, sempre permanecerá nelas um sentimento de inadequação e um ressentimento contra as pessoas que primeiro as fizeram sentirem-se inferiores. Devemos entender que tais sentimentos de inferioridade não são exclusivos das raças negras.

Esses sentimentos de “extrema humildade” são experimentados pela maioria das pessoas que estão sujeitas ao sistema de castas na Índia, às distinções de classe na cultura Européia e naqueles países onde as “diferenças” se tornam verdadeiras montanhas de separação entre uma pessoa e outra. Esses sentimentos dolorosos e debilitantes de “posição inferior” são experimentados até mesmo pelas chamadas altas personagens que nunca se sentem totalmente à vontade em suas posições de autoridade. Essa sensação de inadequação e falta de valor contamina a raça humana como um todo, não importando qual seja a posição, raça ou educação que um indivíduo possa ter. 

A sensação de “falta de valor” surge em grande parte da mais profunda compreensão da psique de que o comportamento egocêntrico é contrário aos elevados princípios da existência humana. Quando esse impulso natural e inato de “falta de valor” é reforçado pela proximidade com outras pessoas que aparentemente gozam de mais prestígio ou que tem mais sucesso, então esse sentimento natural de inadequação assume conotações atormentadoras.

O único meio para superar os dolorosos sentimentos de rejeição étnica existentes mesmo em pessoas bem sucedidas na vida é alcançar a clara compreensão de que se não tivesse havido revoltas étnicas, deslocamentos, a chegada de forasteiros e estranhos com suas diversas línguas, culturas, processos educativos e a submissão aos seus estados e seus modos de vida naturais, as diferentes raças não ocupariam agora as posições de responsabilidade e de status mundial como algumas alcançaram no momento atual.

Portanto, o único modo de ação curador e renovador da vida a seguir é o de meditar, ponderar, refletir e pedir por Luz Divina sobre o assunto até que você possa, com toda a honestidade, dizer: “Senhor, estou sinceramente feliz e contente por todos aqueles terríveis acontecimentos terem se passado. Por causa deles, hoje eu estou onde estou. Por causa deles me foi dada a oportunidade de testar e experimentar o alcance da minha resistência, intelecto, emoções e talentos.

Posso colocar-me de igual para igual diante das realizações das outras raças, – e talvez possa continuar aprendendo como me elevar ainda mais para além dos meus primórdios. Dou Graças pela força e inspiração para mostrar minha igualdade básica para com todos os demais – envio meus pensamentos de amor e gratidão àqueles que há tanto tempo fundaram as bases do meu bem atual.”

(Fonte: www.cartasdecristobrasil.com.br  Traduzido por Almenara Editorial)

* Responsabilidade escrita, revisão, edição – Discípulo Elias

* Digitação, revisão – Patricia Kelly Hasselmann


Fraternalmente,

Grupo Fraternidade EMC.

Trabalhando por uma Humanidade mais Feliz!

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