As Razões que a Razão Desconhece

Na reunião de hoje, quarta-feira dia 10/12/2014, levamos ao nosso leitor uma mensagem em relação as reflexões da razão humana e seus efeitos.

“Tive dificuldades com uma flor, confessou-se um dia Pequeno Príncipe.

Não a devia ter escutado. Basta olhá-las, aspirar o perfume.

A minha embalsamava o planeta. mas eu não em contentava com isso.

Não soube compreender coisa alguma!

Devia tê-la julgado, pelos atos, e não pela  palavras. 

Não devia jamais ter fulgido!

Devia ter-lhe adivinhado a ternura sob seus pobres ardis.

Mas, eu era jovem demais para saber amar!”

(Exupéry)

Às vezes, é uma secreta mágoa que nos persegue. Incrustada em nós, espalha suas raízes até as profundezas de nosso ser. E nos perturbamos e corroemos por dentro por algum ressentimento que guardamos, por uma ofensa que engolimos, por uma perda inestimável que sofremos…

Ninguém melhor que o coração para falar-nos de como experimentarmos a mágoa que nos aflige. Só ele é que sabe perfeitamente o quanto isso nos dói, e o que representa a perda que a vida nos ocasionou.

E quantas ansiedades carregamos em nós, transformadas em medos, em fobias, em preocupações desnecessárias, em inquietações perturbadoras, em lamentáveis inseguranças, que roubam diariamente a paz de espírito.

Nosso coração bem sabe porque estamos ansiosos… Vivemos uma situação global difícil, crítica, angustiante. Nossas emoções são sacudidas pela violência da opressão de todo um sistema que nos desgasta e escraviza.

Nossa tensões nos atemorizam, nos deixam em total desamparo diante de nós mesmos e das violentas programações que despejam sobre nós. Somos, por demais, vulneráveis porque receamos as perdas que nos são caras: perda de posição, perda de estima, perda de prestígio, perda do bom nome, perda de emprego, perda de amigos…

Deixe o coração expressar suas ansiedades.

Deixe-o manifestar suas angústias e medos, suas raivas e agressões, suas culpas e depressões, suas frustrações e dúvidas, suas solidões e incertezas, que tantas vezes levam você a um stress violente e insuportável.

Deixe-o expressar seus sonhos e esperanças, suas alegrias e realizações.

Só ele saberá dar, a tudo que faz você ser o que é, o sentido exato e o sabor desejado para a ressurreição que ansiosamente você busca.

Como o ‘Pequeno Príncipe’, quem de nós não teve ainda “dificuldades com uma flor”? Dificuldades com a flor-do-seu-ideal, com a flor que é o marido ou a esposa, com a flor do seu prestígio ameaçado, com a flor de seus sonhos mais queridos, desfeitos por mãos inescrupulosas?…

Quem não carrega a mágoa de algum desentendimento, que gera muitas vezes a perda de um amor que nos é tão caro, e, como o ‘Pequeno Príncipe’, apelamos para a fuga, ocasionando a separação, que tanto nos faz sofre depois?…

“Não soube compreender coisa alguma! Não devia jamais ter fulgido”

Somos, como ele: jovens demais, imaturos demais, para saber amar, para compreender a vida, para acolhê-la, sem perder a paz e a serenidade de espírito.

Saber  “adivinhar a ternura” que se esconde atrás das palavras e dos gestos cotidianos, mesmo que contraditórias, é tarefa que só o coração sabe executar com perfeição.

Mais tarde também a vida o ensinaria, ao ‘Pequeno Príncipe’, através da sabedoria da raposa.

– Ao rever as rosas, compreendeu que a sua era a única, pois só a ela cativara, só a ela dedicara todo seu tempo e seu amor.

Também nós estamos na escola da vida, descobrindo as razões de muitas coisas, razões que só o coração conhece. E como é gostoso e gratificante experimentar que o  sentimento liberado, expresso, sentido novamente em terapia, nos proporciona um auxílio interior imenso, uma revitalização total das energias, tanto na mente como do corpo, entorpecidas por fatores que nossa razão desconhecia!


* (Carlos Afonso Schmitt”)

Fraternalmente,

Grupo Fraternidade EMC.

Trabalhando por uma Humanidade mais feliz!

* Responsabilidade escrita, revisão, edição – Discípulo Elias

* Digitação, revisão – Patricia Kelly Hasselmann



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