As Escolas Iniciáticas são a Luz da Fraternidade

Caros leitores,

Na reunião de hoje, quarta-feira dia 22/10/2014, foi desenvolvido sobre as escolas iniciáticas e a luz da Fraternidade.

maçom qualificação

A implantação da concepção de ensino no GOSC leva em consideração, principalmente, que para ensinar a formar Líderes Maçons, a Ordem necessita de um tempo adequado e de um conteúdo mínimo que abrange no mínimo as seguintes áreas de estudo: administração maçônica; direito e legislação, esoterismo, exoterismo, ética e moral maçônica, filosofia, história, organização social e política, ritualística e liturgia e o simbolismo. Bem como, de material, de método e de Mestres que estejam preparados para o ensino e formação, para que:

1)  O Aprendiz saiba que ingressou em uma Instituição que detém Conhecimento. E que seu objetivo é fazer com que o Espírito domine a Matéria. Aprender a conhecer-se e construir (transformar) o seu Templo interior, vencendo os seus vícios e as suas paixões. No que a concepção de ensino para o Grau define:

O Aprendiz Maçom terá direito à ascensão aos demais Graus desde que demonstre perfeito conhecimento, verificados mediante apresentação de trabalhos escritos e exames práticos e orais, sobre Liturgia, Ritualística, Simbologia e Legislação Maçônica.

2) O Companheiro que por sua vez saiba que é o Obreiro da Inteligência superior e construtiva. Seu trabalho perfeito, no Grau de Aprendiz, o faz Companheiro do Mestre Interno, o qual lhe “dá o pão do saber e a água que satisfaz toda a ânsia da vida”. Pode começar a ousar, variar e propor. No que a concepção de ensino para o Grau define:

Para o Grau de Companheiro Maçom, o objetivo básico a ser alcançado é o desenvolvimento do sentimento de fraternidade. Assim, são competências exigidas do Companheiro Maçom: o aprofundar dos conceitos, ensinamentos e doutrinas aprendidas no Grau de Aprendiz que se constituem na base do edifício maçônico; desenvolver-se e conhecer-se, para que possa compreender a essência da fraternidade; ter capacidade para dominar conhecimentos gerais e vivê-los e transformá-los em atividade produtiva e construtiva. Compreender a quintessência e buscar constantemente a compreensão do que é a Vida.

3) O Mestre Maçom saiba, que transcorrido um período mínimo de formação, é um Ser capaz de ser um agente de disseminação da filosofia da Ordem, um indutor, ou mesmo, um construtor e/ou transformador de seres e da sociedade. E para que isto ocorra, precisamos ensinar que o Mestre, além de outras, deve empregar a consciência, que mora dentro de Si, para o bem da Humanidade. E agregado a isto, que o Mestre esteja preparado para a ação no edifício social. No que a concepção de ensino para o Grau define:

No R.’.E.’.A.’.A.’. a leitura do Livro da Lei no Grau de Mestre é feita no Livro de Eclesiastes. Uma lição interessante que se pode retirar deste aspecto é a própria interpretação do que seja “Eclesiastes”: Convocar, Reunir e Pregar! O Mestre Maçom é convocado a reunir em si o conhecimento para pregar a transformação do homem e, consequentemente, da sociedade! Para onde eu vou? Compreender a si próprio e aos outros; Realizar  obras: no sentido individual e no sentido coletivo e difundir as Ideias, a Ética e a Moral da Maçonaria.

Em síntese o Maçom (da Iniciação ao Mestre formado), através de um trabalho intelectual intenso deve se preparar a articular para disseminar aquilo que assimilou e aquilo que reuniu.

Este grande desafio deve continuar na pauta de cada Loja Maçônica e no diário de cada maçom que está galgando a escada de Jacó.

 

* Nossos agradecimentos à Revista A Trolha, por aproveitarmos valoroso trecho de uma reportagem, com muita importância para o desenvolvimento da nossa reunião de hoje.

 

Fraternalmente,

Grupo Fraternidade EMC.

Trabalhando por uma Humanidade mais feliz!

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* Responsabilidade escrita, revisão, edição – Discípulo Elias

* Digitação, revisão – Patricia Kelly Hasselmann

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