A Respeito do Dever

Na reunião de hoje (08/05/2013), iniciada às 20hrs, na qual foi desenvolvida acerca do tema que segue, com base em Sefher da Cabala e a respeito do dever:

“Estude e seja franco: a franqueza é filha da coragem e da honestidade. Diga o que pretende fazer em todas as ocasiões e se certifique de fazer o que é correto.
Se um amigo pedir um favor, faça, se for razoável; se não for, explique simplesmente porque não vai fazer, você estará enganando a ele e a si mesmo se alegar pretexto de qualquer natureza. Não faça nada incorreto para ganhar ou manter uma amizade; quem pedir para fazê-lo está pronto a se vender, o preço é um sacrifício muito caro.
Tenha uma atitude gentil, porém firme com todos os seus colegas; você verá que é a melhor política. Acima de tudo, não tente parecer o que não é. Se tem queixa de alguém, fale com ele e não com os outros; nada é mais perigoso do que ser uma coisa na frente de alguém e outra pelas costas. Devemos viver, agir e falar sem jamais ofender e ferir as pessoas. Não só é melhor, por uma questão de princípios, mas por ser o caminho da paz e da honra.
A respeito do DEVER, quero, concluindo esta carta apressada, informar a você que, cerca de cem anos atrás, houve um dia de inesquecível escuridão e tristeza – até hoje conhecido como “dia negro”, um dia em que a luz do Sol se extinguiu aos poucos, como num eclipse. A Assembléia de Connecticut estava em sessão, e, quando os participantes viram chegar a escuridão inesperada e inexplicável, foram tomados de espanto e terror. Muitos pensaram que era chegado o último dia – o dia do juízo final.
Na aflição daquele momento, alguém propôs um recesso. Mas Davenport, um velho puritano, levantou-se para dizer que, se o dia do juízo final havia chegado, ele queria ser encontrado em seu lugar, cumprindo o seu dever, e propôs que mandassem trazer velas para prosseguir a sessão. Este homem tinha tranqüilidade – a tranqüilidade da sabedoria celeste e da inflexível vontade de obedecer ao dever de cada momento.
Dever é, pois, a mais sublime palavra de nossa língua. Cumpra seus deveres como o velho puritano. Você não pode fazer mais que isso e não deve jamais desejar fazer menos.
“Não permita que eu e sua mãe tenhamos um só fio de cabelo branco por qualquer falha de sua parte no cumprimento do dever.” (O Livro das Virtudes II, Willian J.Bennett)”

Robert Lee (1807-1870) escreveu a carta acima ao seu filho G.W.Cudtis Lee, que estava no colégio interno.

Conclusão da reunião: Os direitos e deveres são para todos!

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