A expressão divina – o campo do espírito

Caros leitores,

A reunião de hoje (19-06-2012) aberta as 19h56 com a oração tradicional nos trouxe conhecimentos relativos ao campo espiritual, ou seja, a expressão divina! Seguindo o texto do nosso estimado Tony Stubbs (USA), focamos as reflexões no capítulo V, conforme publicação abaixo:

“Tudo é energia organizada; o ESPÍRITO não é uma exceção.

A Fonte é energia organizada e consciente, numa escala inimaginável. No seu contínuo empenho de se autoconhecer, fragmentou-se. Acerca destas partículas em que se fragmentou diremos que são pensamentos imensos (ou planos de realidade) que interagem entre si; não têm nomes nem formas que possas reconhecer; no entanto, estão conscientes quer de si mesmas, quer de que fazem parte da Fonte.

Imagina muitos baldes de água suspensos sobre a água, sendo que toda essa água é autoconsciente. A água de um dos baldes sabe que interage continuamente com a água externa ao balde que a contém e que essa não é diferente de si mesma; todavia, por estar contida, a sua autoconsciência também lhe diz que é diferente da água que está fora.

Neste exemplo, os baldes, embora imaginários evidentemente, são análogos aos campos que suportam a energia e a água é análoga a essa energia que os enche. Alguns campos são gigantescos, como os campos planetários ou solares; outros, comparativamente, são diminutos, como o campo de um átomo. Mas todos eles contêm, e se alimentam da energia da Fonte.

Para além da sua interação com os campos, esta energia consciente também se fraciona de acordo com a característica da frequência.

Imagina o teclado de um piano: nele, todas as notas, individualmente, são feitas da mesma coisa básica: as vibrações das cordas. Mas cada nota, por sua vez, contém todas as harmônicas e sub-harmônicas, quer dizer, as notas na mesma posição relativa nas outras oitavas, superiores e inferiores.

A Fonte fraciona-se a si mesma através de formas impossíveis de descrever, subdivide-se em estados de energia que reconhecem a sua singularidade e que, ao mesmo tempo, são conscientes dos outros estados da energia que conformam o Todo. Cada estado de energia cria sub-harmônicas de si mesmo, cada uma das quais, por sua vez, está consciente das sub-harmônicas dos outros estados de energia. Assim, pois, o ESPÍRITO de todas as frequências autoconhece-se como energia da Fonte, pura, brincalhona e criadora! Em virtude de ser o que é, o ESPÍRITO expressa a natureza da Fonte em todos os campos que gera e através da energia que irradia para dentro deles.

Tomemos, como exemplo, o caso de Ariel, uma energia que alguns de vós conhecem como arcanjo: Ariel é o responsável pela projeção do campo necessário à sustentação do plano físico, ou seja, o campo que conduz a energia necessária para apoiar aquela que, através dele, penetra para o interior do plano físico. Em certos pontos deste campo, quando a condutividade se amplifica, o processo torna-se mais eficiente proporcionando o surgimento da matéria física, ou seja, daquelas unidades de energia que se agregam e coagulam; nas partes onde a condutividade é mais baixa, isto, simplesmente, não ocorre.

E tudo se passa assim, mediante um acordo consciente. É como se o espaço (plano físico) fosse uma forma de pensamento coletivo que todos vocês mantêm; todavia, tal manutenção é somente uma das vossas múltiplas funções.

Além disso, em qualquer momento do tempo, a energia que realiza esta função é diferente da que existia no momento anterior. Sim, a energia mudou enquanto leste este parágrafo!

Se o teu nome é Marta, a energia que se expressa para executar a função de Marta (ou qualquer outra) está constantemente a mudar. E essa função de Marta tanto pode ser explorar um aspecto da maternidade, o uso do poder em relação a uma criança ou a um pai doente, como qualquer outra dos milhões de coisas que o ESPÍRITO deseja explorar.

De igual modo – e independentemente de se tratar da função de Marta ou de qualquer outra – estes temas podem repetir-se ao longo de muitas encarnações, embora de uma perspectiva ligeiramente diferente em cada caso. Portanto, a função que Marta desempenha amplia a causa da Fonte, fazendo com que aprenda mais acerca de si mesma. A personalidade (o eu-ego) de Marta e o seu eu-espírito, conjuntamente, determinam até que ponto ela chegará a compreender que a sua verdadeira natureza faz parte da Fonte e, por conseguinte, até que ponto experimentará a sua indivisibilidade com tudo e com todos os que a rodeiam.

Por consequência, o ESPÍRITO pode ser visto de duas maneiras distintas:

1ª: Energia pura e organizada, consciente de si mesma e da sua unicidade. De acordo com esta capacidade, não faz nada; simplesmente é.

2ª: Energia que realiza certas funções (Marta, João, Saint Germain, e, é claro, Serapis!). De acordo com esta capacidade, está em constante mudança. Por exemplo, a porção do ESPÍRITO que realiza a função de Serapis, muda ininterruptamente, mas ainda assim, entende a natureza da sua tarefa e mantém a aparência de uniformidade e continuidade.

As funções variam consoantes o seu âmbito de cobertura: a função de Serapis está relativamente bem definida e faz parte de outra função maior, encarregada de apoiar a claridade intelectual necessária para a ascensão, plenamente consciente, no âmbito de todo o planeta. Diferentes níveis do ESPÍRITO realizam os vários níveis desta função no quadro de uma operação muito bem coordenada. Por exemplo, o canalizador Tony é o nível da minha função que faz com que estas formas de pensamento fiquem no papel; noutro nível distinto, eu estou expondo esta informação na malha da mente grupal do planeta para que todos possam aceder a ela.

Diga-se, de passagem que não existe um diretor de orquestra para esta coordenação de níveis. As unidades de consciência que estão ao serviço do ESPÍRITO sabem o que está a passar-se e misturam-se com o nível apropriado para, literalmente, emprestar a sua energia.

Agora: por que é que isto se passa assim?

A resposta faz-nos regressar ao título deste capítulo – A Expressão Divina.

O ESPÍRITO possui um inexorável impulso para criar, manter, destruir e voltar a criar; e não perde nenhuma oportunidade para fazê-lo. Alguns níveis do ESPÍRITO têm a tendência para, digamos a criatividade intelectual, enquanto outros preferem limpar velhos sistemas de crenças a fim de abrir campo para o novo. A destruição, sob todos os aspectos, é tão criativa como a própria criatividade; trata-se, somente, de uma questão de ponto de vista.

O ESPÍRITO procura expressar-se, a Fonte conhece-se a si mesma através da sua criatividade e o teu eu-espírito interior procura expressar-se através do eu-ego exterior.

Tu criaste os três campos de energia mais densa dos corpos e da personalidade para dispores dos meios para poderes expressar-te. Injetaste energia nestes campos e continuas a injetar, permanentemente!

Colocaste o teu eu-ego em situações cuidadosamente concebidas, que envolvem pais, escola, amigos, etc., os quais, desde muito cedo, o foram formatando com os seus sistemas de crenças. Ou seja, selecionaste o complexo energético que percorre os teus campos e permites, até certo ponto, que o teu eu-ego interaja com ele.

Tudo isto, no entanto, não quer dizer que o eu-ego e o eu-espírito estejam separados. Tu és o teu eu-espírito tal como és qualquer outra coisa; expressas isto através de cada pensamento, palavra ou ação: quando atuas a partir do amor (demonstrando atenção, amabilidade, doçura, etc.), és o teu eu-espírito fluindo através de ti sem qualquer impedimento; quando atuas a partir do medo (demonstrando ódio, ciúmes, avareza, etc.), estás a bloquear o fluxo do amor proveniente do ESPÍRITO.

A única barreira entre o eu-ego e o ESPÍRITO é o medo. O medo separa-os mas à medida em que o eu-ego for aprendendo, cada vez mais, sobre a sua verdadeira natureza, esse conhecimento começará a corroer o medo; e ao passo que esse medo for desaparecendo tornar-te-ás mais consciente, emocional e intelectualmente, o que favorece a entrada do amor.

Neste universo, a divisa máxima é a emoção do amor. Ele encontrará forma de entrar, seja lá como for; e, quanto mais amor fluir para dentro, mais medo se desfaz o que vai permitir que ainda mais amor flua para dentro e assim sucessivamente.

Portanto, o eu-espírito pessoal expressa, através do eu-ego, o “eu” que, conscientemente, se conhece a si mesmo. O teu eu-ego é a ponta da lança do campo físico do teu imenso eu-espírito; são os teus olhos, os teus ouvidos, as tuas mãos. O eu-ego tem a ver com os acontecimentos que te rodeiam, decifrando o que deve ser feito com respeito a cada um deles; mas é enquanto eu-ego e eu-espírito, simultaneamente, que decides que acontecimentos irás enfrentar no futuro.

Mas, perguntas tu: como saber o que posso esperar? O que me trará a próxima hora?

Aquele que for capaz de conhecer as respostas a estas perguntas, terá os seus focos tão abertos que incluirão o próprio eu-espírito!

Não defendo que removas completamente a tua focagem no plano físico porque, com isso, negarias a razão pela qual encarnaste na Terra; o que proponho é que fiques plenamente consciente dos conteúdos de cada um dos três corpos mais densos. Isto é o prelúdio para poderes vir a identificar-te com o ESPÍRITO e para O incorporares nos teus campos mais densos.

Por conseguinte, o campo do ESPÍRITO é mais um campo que está sobre, e acima, dos três campos de que já falamos. Tu vives dentro dele, mas devido ao fato de o ESPÍRITO não estar limitado nem pelo tempo nem pelo espaço, está «à tua volta» (tal como os campos mais densos), mas também “em toda a parte”. O ESPÍRITO atribui poder a todos os outros campos e expressa-se através deles.

Tu, portanto, não és somente a tua personalidade nem o estado de consciência do teu eu-ego externo.

Tu és mais, muito mais!

A Segunda Parte deste livro trata acerca de como podes reclamar esta identidade maior e despertar para quem és, na verdade. Antes, porém, encerremos esta Primeira Parte, olhando para três mitos generalizados e geradores dos problemas que proliferam na realidade de consenso: os mitos acerca do amor, da verdade e do poder.”

O trecho a seguir foi extraído de uma matéria publicada em mídia impressa, infelizmente sem referência de autoria e data e tem por objetivo complementar o estudo de hoje.

“Nossa orientação para ser muito feliz.

Muitos precisam reeducar a mente para pensar de forma positiva, é comum ouvir-se a seguinte queixa: não sou feliz, acho que nunca vou encontrar a tal felicidade. Esta frase com certeza atrai fluidos negativos, impossibilitando viverem-se bons momentos.

O psicanalista Carl Jung apontou em seus pacientes diversas neuroses que clinicamente não eram definidas. Ele encontrou um grande vazio naqueles que eram desprovidos de pensamentos positivos. Em seus diagnósticos, ele costumava dizer que quem procura a felicidade nos bens materiais mais se afastará dela. Por isso, os caminhos mais indicados para encontrá-la são, na verdade, a meditação, o relaxamento, a reflexão ou a busca de uma filosofia.

Realmente, cada um de nós tem poderes suficientes para ser feliz o resto da vida. Basta acreditar na força mental. É claro que para desenvolvê-la é necessário tempo, além de técnicas e métodos. Por isso, existem escolas que orientam de forma bastante positiva.

No momento que uma grande parcela da população souber utilizar a energia da mente, com certeza, a pobreza, as doenças, entre outras “tragédias” irão acabar. Entretanto, para se chagar neste nível superior é necessário, antes de tudo, amar a Deus e , também, aos semelhantes, além de ler obras que tragam mensagens que afastem o negativismo. E, quem elaborar planos otimistas poderá atingir o sucesso desejado e em todos os setores!”

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